Praça Roosevelt – revista Acrópole

A praça Roosevelt foi construída há quarenta anos e está prestes a ser demolida para poder realizar um novo projeto municipal. Os posts sobre a praça em Projetos Urbanos têm sido muito bem lidos e geram uma discussão em torno do futuro deste local importante do centro de São Paulo. Portanto, novas informações sobre a praça são sempre benvindas.

Em um dos últimos volume da revista Acrópole – extinta em 1971 – foi publicado o projeto original da praça Roosevelt, projetado por Roberto Coelho Cardozo, Antonio Augusto Antunes Netto, Marcos de Souza Dias, com colaboração de Luciano Fiaschi. Projeto estrutural: J.C. Figueiredo Ferraz Ltda. Construção: Consórcio Técnico de Engenharia. Realização: Prefeitura Municipal.

Clique aqui para baixar a matéria completa, publicada na Revista Acrópole, n.780, Dezembro de 1970.

Leia mais sobre a praça Roosevelt em Projetos Urbanos:
Praça Roosevelt – os projetos
Praça Roosevelt – cleaning up
Praça Roosevelt – praia Roosevelt
Praça Roosevelt – mais uma revitalização

A revista Acrópole, na época a revista Brasileira de arquitetura com o maior número de edições, publicou em 1970 uma edição especial da Universidade de Brasília.
Clique aqui para baixar a edição completa.

Leia mais sobre a extinta revista Acrópole:
www.vitruvius.com.br/revistas/…

Agradecimentos:
Jorge Eduardo Rubies (associação Preserva São Paulo); Universidade de Brasília (UnB)

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One thought on “Praça Roosevelt – revista Acrópole

  1. Parabéns pelo artigo.Infelizmente, a praça Roosevelt é a demonstração de que a prefeitura de SP é incapaz de administrar na escala humana, ao nível do entorno imediato, do dia a dia. Grande parte dessa invalidez é consequencia da separação estanque entre as secretarias, geralmente feudos entregues a cabos eleitorais, ou outros interesses e compromissos de campanha. Indiferente à modernidade, a hipertrofiada prefeitura se recusa a terceirizar a administração do edificio da Praça Roosevelt, colocá-lo sob o comando de Conselhos Locais, com sindico, zelador e equipe de manutenção. Iluminação, impermeabilização, segurança são serviços de rotina que só funcionam com responsáveis diretos. Faça-se uma licitação: aparecerão dezenas de interessados, mesmo porque a oportunidade é muito lucrativa: estacionamento, areas para exposição, eventos variados.
    Abandonada por 40 anos, transformou-se num reduto de marginalidade e sujeira, como aconteceu, por exemplo, com a marquise do Ibirapuera em outras epocas. O tiro que acertou o dramaturgo Bortolotto e seu amigo a assassinou de uma vez.
    Mas pergunto: se a parte de cima da Praça Roosevelt vai ser demolida porque é de concreto e “não pode ter árvores’, como é então que a laje intermediária, com 1.60m de espessura de concreto, e que tem mais duas abaixo dela, vai permitir esse maravilhoso milagre? Se isso é possível na laje intermediária. então também é possível nas lajes atuais. Como previa aliás o projeto original, mas não houve ação nem manutenção dos responsáveis. Para que demolir quase 15 mil m2 de construção, estruturalmente ainda em perfeito estado (não existe nenhum laudo condenando a estrutura, intacta, do edificio)? Isso está muito mal contado – gastar uma montanha de dinheiro público para destruir um patrimonio da cidade, beneficia a quem? Quem pode responder?

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